Engenharia de Software - Parte II - Ciclos de Vida

Continuando a série de Engenharia de Software, trabalho feito na aula em grupo (Bolívar, Jonas, Sidnei e Dinamar), em seguida o que consegui anotar dos outros grupos, no final links relacionados by Google.

Método RUP – Ciclo de vida do Software
Conhecida como metodologia que siga uma formalidade bem definida, a RUP (Rational Unified Process) enfatiza o rigor nas premissas, propostas e preza por uma documentação detalhada em todas as fases do desenvolvimento. Usa a abordagem orientada a objetos OOA e é projetado e documentado utilizando a notação UML para ilustrar os processos em ação.

A vantagem porém é o fato de ser amplamente customizável, sendo possível adaptar ele para projetos de qualquer escala, bastando eliminar algumas etapas – dependendo do tipo de projeto então basicamente os responsáveis pelo gerenciamento do mesmo definem os critérios que podem tornar os controles mais rigorosos ou não. Também traz riqueza de conhecimento, sempre atualizado para estação de trabalho do desenvolvedor, na forma de um instrutor eletrônico.

Entre suas desvantagens podemos citar que é um processo pesado um função da grande documentação e por isso é preferencialmente aplicável a grandes equipes de desenvolvimento e a grandes projetos.

Sua estrutura está dividia em Disciplinas (eixo horizontal) e fases (eixo vertical). Na fase concepção há muito trabalho de modelagem do negócio, definição de requisitos e início do gerenciamento de projeto, estudo do ambiente. Na fase seguinte, fase de elaboração, ainda são analisados requisitos e modelo de negócio mas o principal é o início da análise, da construção, da implementação e testes. A terceira fase é chamada de Construção e nela é feita a maior parte da implementação, testes e gerenciamento de mudanças, após está fase chegamos a fase final, Transição, nela há grande participação do gerenciamento de projeto, término configuração e gerenciamento do ambiente, muito trabalho de desenvolvimento e término da implementação e testes.


O RUP unifica toda equipe de desenvolvimento de software otimizando a produtividade de cada membro da equipe, disponibilizando as melhores práticas derivadas de projetos passados para ajudar no desenvolvimento de um produto com qualidade, dentro do orçamento e prazo possível.


Ciclo de vida: Cascata

    * A fase seguinte só começa após o término da anterior.

Vantagens

    * Fácil entendimento e uso.

Desvantagens

    * Não ocorre feedback entra as fases.

    * O cliente só visualiza o software no final

Conclusão

    * Um dos modelos mais usados.

    * Não é interessante usar hoje em virtude do ambiente estar constantemente mudando.


Ciclo de vida: Prototipação

    *  Coleta-se as informações em uma tela (protótipo) com algumas regras de negócio e exibe para o cliente e vê se é isto mesmo que ele quer. Facilidade em definir a interface e fazer com que os requisitos estejam bem claros antes do início da codificação. Muitas iterações com usuário e desenvolvedor gerando vários protótipos até chegar em versão que satisfaça o cliente.

Vantagens

    * Contribui para melhorar qualidade dos requisitos.

    * Treinamento dos usuários antes do sistema ficar pronto.

    * Parte do protótipo pode ser utilizado no desenvolvimento.

    * Aprimoramento através de várias versões.

    * Prototipação evolutiva até atingir o objetivo.

Desvantagens

    * Cuidar para prototipar apenas as telas principais e não todo sistema para questão de gastos.

    * Custos antes do desenvolvimento.

    * O cliente vê um produto e não entende porque precisa ser refeito.

    * Alguns casos é pulado a parte de análise e perde-se alguns requisitos iniciais.

Conclusão

    * Modelo muito bom para ser usado no início de desenvolvimento pois não exige grande quantidade de detalhamento e facilita obtenção dos requisitos.

Ciclo de vida: Espiral

    * É um modelo orientado a riscos que reparte o o projeto em mini-projetos. Após a resolução dos riscos maiores, o modelo espiral pode ser terminado com qualquer outro modelo, normalmente o cascata.

Vantagens

    * Possibilidade de combinar com outros modelos de ciclo de vida.

    * Aumenta qualidade pelo planejamento e análise dos riscos.

Desvantagens

    *  Gerência de processo mais complexa.

    *  Necessidade de equipe com grande experiência e maior esforço para o desenvolvimento pode aumentar o custo do projeto.

Conclusão

    *  O produto é desenvolvido em iterações, com metas parciais entregues para o cliente em cada ciclo.

Ciclo de vida: Incremental

Não consegui anotar nada, mas segue os links.

http://www.cin.ufpe.br/~if682/aulas/02%20-%20Introducao--ciclo%20de%20vida-processos-RUP.ppt
http://engenhariadesoftware.blogspot.com/2007/02/ciclo-de-vida-do-software-parte-1.html
http://www.fp2.com.br/fernando/engenharia/Aula02-CicloDeVida_6s.pdf
http://www2.dem.inpe.br/ijar/CicoloVidaSoftPrado.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Modelos_ciclo_de_vida

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