Essa semana fiz um curso online, grátis, e gostei bastante. O conteúdo é bem organizado e as informações são muito importantes para melhorar nossas empresas.
Além deste curso, Primeiros Passos para a Excelência, que recomendo fortemente a todos os gestores de mepresas, existem outros cursos relacionados a PGQP, acesse http://fnq.org.br/site/458/default.aspx
Link do próximo curso que estarei fazendo, site do PGQP: http://www.mbc.org.br/mbc/pgqp/hot_sites/sa2011/index.php?pagina=capacitacao_sensibilizacao&Itemid=437
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Livro: A Meta
Esta semana li mais um excelente livro, A Meta, de Eliyahu M. Goldratt e Jeff Cox. Este livro divulgou a Teoria das Restrições, foi mundialmente reconhecido com mais de 2 milhões de exemplares vendidos e adotado em mais de 200 faculdades. É uma leitura fácil, o livro foi escrito meio que na forma de romance e também, adotando um pouco do método socrático, todo o livro se desenvolve a partir de perguntas, onde o personagem principal Alex precisa encontrar as respostas e tentar implementar em sua fábrica e em sua vida.
Durante o livro Alex precisa atingir a Meta, fazer sua fábrica ganhar dinheiro, para isso conta com ajuda de um professor de física chamado Jonah. No final do livro, Alex e sua equipe consegue melhorar os resultados da fábrica e resolvem analisar quais os passos necessários para que eles conseguissem isso.
PASSO 1: Identificar o gargalo do sistema.
PASSO 2: Decidir como explorar o gargalo.
PASSO 3: Subordinar tudo à decisão anterior.
PASSO 4: Elevar os gargalos do sistema.
PASSO 5: Se, em um passo anterior, um gargalo for superado, voltar ao passo 1.
Após isso, Alex tenta analisar mais profundamente tudo o que fizeram e conclui que um gerente deve ter a capacidade de responder a algumas perguntas básicas para entrar em um processo de melhoria contínua na sua empresa, são elas:
1. O que mudar?
2. Para o que mudar?
3. Como causar a mudança?
Outros pontos que considerei muito interessantes no livro foram os conceitos de flutuações estatísticas e de eventos dependentes. Estes são fenômenos encontrados em qualquer fábrica e muitos outros lugares também, analisando essas teorias e também a questão das restrições, podemos encontrar boas soluções para empresas que estão com seus trabalhos atrasados e baixas receitas. Também na questão de metodologias de avaliação e contabilidade de custos, não chega a dar uma solução definitiva, mas mostra que são formas ineficazes de se avaliar o desempenho da empresa.
Durante o livro Alex precisa atingir a Meta, fazer sua fábrica ganhar dinheiro, para isso conta com ajuda de um professor de física chamado Jonah. No final do livro, Alex e sua equipe consegue melhorar os resultados da fábrica e resolvem analisar quais os passos necessários para que eles conseguissem isso.
PASSO 1: Identificar o gargalo do sistema.
PASSO 2: Decidir como explorar o gargalo.
PASSO 3: Subordinar tudo à decisão anterior.
PASSO 4: Elevar os gargalos do sistema.
PASSO 5: Se, em um passo anterior, um gargalo for superado, voltar ao passo 1.
Após isso, Alex tenta analisar mais profundamente tudo o que fizeram e conclui que um gerente deve ter a capacidade de responder a algumas perguntas básicas para entrar em um processo de melhoria contínua na sua empresa, são elas:
1. O que mudar?
2. Para o que mudar?
3. Como causar a mudança?
Outros pontos que considerei muito interessantes no livro foram os conceitos de flutuações estatísticas e de eventos dependentes. Estes são fenômenos encontrados em qualquer fábrica e muitos outros lugares também, analisando essas teorias e também a questão das restrições, podemos encontrar boas soluções para empresas que estão com seus trabalhos atrasados e baixas receitas. Também na questão de metodologias de avaliação e contabilidade de custos, não chega a dar uma solução definitiva, mas mostra que são formas ineficazes de se avaliar o desempenho da empresa.
O primeiro objetivo de um jovem americano
Abaixo fiz uma simulação, se fosse poupar 1500 reais no Brasil, onde bem aplicado renderia em torno de 0,8% ao mês.
Em 20 anos nós podemos alcançar este objetivo partindo do zero. Vamos juntos?!
The Long Tail - A cauda longa - Resumo
Os consumidores mudaram, com a evolução dos meios de comunicação, transporte e distribuição de produtos e serviços, o mercado de massa dos anos 70/80 passou a competir com inúmeros mercados de nichos, a era do tamanho único chegou ao fim e os consumidores exigem cada vez mais opções, está surgindo o mercado de variedades.
Os programas de televisão de 1970 eram mais populares do que são hoje, não porque eram melhores, mas porque as pessoas tinham menos alternativas. A cultura de massa dessa época tinha menos a ver com o triunfo dos talentos e mais com o meio de transmissão por broadcast, que levava um programa a milhões de pessoas. Hoje, as pessoas esperam justamente o contrário, um milhão de programas para cada pessoa, exatamente o que a Internet faz tão bem.
À medida que os custos de distribuição baixam diversos produtos que não tinham condições de serem ofertados por ter baixa procura e volume de vendas passam a ter seu lugar no mercado, são os filmes que não chegam aos cinemas, músicas que não tocam nas rádios, equipamentos que não se encontram na Wal-Mart. Agora tudo isso está disponível via Netflix, iTunes, Amazon ou alguma área mais remota desbravada pelo Google, o mercado invisível se torna visível. Ainda existem outros produtos de nicho que são novos, como as bandas de garagem, cineastas amadores, que de repente encontram seu público através de canais no Youtube, blogs e redes sociais, competindo de igual pra igual com os grandes hits.
No mercado tradicional, onde o custo de estoque é alto, há pouco espaço nas prateleiras ou nas ondas broadcast, o único procedimento sensato é enchê-las com os títulos que venderão mais, se essa for a única oferta só se comprará isso. Mas se o espaço for infinito, custo de embalagem e distribuição zero, os hits talvez sejam a maneira errada de encarar os negócios, afinal os não hits são muito mais numerosos e na nova economia, ambos estão igualmente disponíveis.
Analisando informações dos grandes bancos de dados de empresas de comércio online como Amazon, Ecast e Netflix, o autor criou a Regra dos 98%, onde 98% dos produtos geram pelo menos uma venda por trimestre, um valor extremamente alto ao comparar com dados de um comércio tradicional, onde 50% dos 10 mil livros mais vendidos não vendem um exemplar por trimestre. O mesmo se aplica aos 10 mil CDs mais vendidos do Wal-Mart, na verdade, o Wal-Mart nem tem essa variedade de CDs e pra maioria das lojas tradicionais é difícil imaginar um estoque tão alto, mas no mundo digital é diferente.
Ao estudar os dados da Rhapsody, empresa de música online, o autor (Chris) lançou as estatísticas de preferências dos usuários em um gráfico de Vendas por Popularidade, alguns grandes sucessos formavam o topo de vendas que logo despencava num precipício, com as faixas menos populares. Porém, o interessante é que nunca chegava até zero, na 100000ª faixa, as vendas por mês ainda estavam na casa de milhares e a curva continuava descendo, 300 mil, 400 mil faixas, nenhuma loja jamais poderia estocar tanta música e não importa o quanto Chris descia na curva, ainda havia demanda, mesmo bem perto do final da curva, as faixas ainda eram vendias quatro ou cinco vezes por mês, sem chagar a zero.
Em estatística, essas curvas são chamadas de “distribuição de cauda longa”, pois seu prolongamento inferior é muito comprido em relação à cabeça, assim surgiu o conceito da Cauda Longa. Analisando as receitas das vendas das empresas Rhapsody, Netflix e Amazon, onde o volume de vendas totais dos produtos não disponíveis em lojas de varejo off-line corresponde a 40%, 21% e 25%, respectivamente, chega-se a conclusão de que à medida que essas empresas ofereciam mais (simplesmente porque podiam), elas constatavam que a demanda superava a oferta, as vendas de produtos não oferecidos pelos concorrentes se situavam entre um quinto e quase metade das receitas totais, sendo que essa porcentagem aumenta a cada ano. Em outras palavras, a parte do crescimento mais acelerado de seus negócios é a venda de produtos não disponíveis em lojas de varejo físicas tradicionais.
Os milhões de produtos da cauda longa multiplicados por poucas vendas geram grande parte da receita, podendo superar os milhões de vendas de poucos produtos da cabeça, os hits. Além disso, esse milhões de negócios marginais são um negócio eficiente em relação ao custo, sem precisar pagar pelo espaço de prateleira e no caso de serviços puramente digitais, como a iTunes, nenhum custo de fabricação e quase nenhum custo de distribuição, a venda de um produto de nicho é apenas mais uma venda, com margens iguais ou melhores do que as vendas dos hits.
Com a democratização das ferramentas de produção, como o computador pessoal, a oferta de bens aumenta, o que faz com que a cauda aumente também, se tornando mais longa. A democratização das ferramentas de distribuição, como a Internet, está reduzindo os custos de consumo tornando mais barato alcançar os consumidores, isso está gerando um maior acesso aos nichos que horizontaliza a cauda, fazendo as vendas dos produtos menos populares aumentarem. Também existe uma terceira força que age para empurrar a demanda da cauda para baixo, deslocando os negócios dos hits para os nichos, esta força é a ligação entre oferta e demanda, apresentando os consumidores a esses novos bens, desde a busca da sabedoria das multidões pelo Google até as recomendações de músicas pela iTunes, juntamente com a propaganda boca a boca dos consumidores nas redes. O resultado de tudo isso para os clientes é reduzir os “custos de buscas” para encontrar o conteúdo dos nichos, custo de busca pode ser considerado como o tempo para encontrar algo, confusões, aborrecimentos ou pagar preço excessivo por não encontrar alternativas mais baratas.
Estamos em uma época de mudanças para os profissionais de marketing, a fé na propaganda e nas instituições que pagam por ela está diminuindo aos poucos, enquanto a crença nos indivíduos encontra-se em ascensão. As pessoas confiam em outras pessoas iguais a elas, confiam em seus pares. Para uma geração acostumada a pesquisar por meio de softwares de busca, a marca de uma empresa não é o que a empresa diz que é, mas o que o Google diz que é. Agora a propaganda boca a boca tornou-se pública, desenvolvendo-se em blogs, fóruns e redes, através de resenhas, críticas e elogios de clientes.
Os novos formadores de preferências são as pessoas cujas opiniões são respeitadas, como as celebridades, e à medida que nossa cultura se fragmenta em milhões de micro culturas, estamos presenciando a ascensão de milhões de micro celebridades, um blog sobre tecnologia com grande quantidade de acessos pode esvaziar rapidamente os estoques das lojas ao escrever bem sobre determinado produto, sendo que algumas empresas liberam seus produtos para estes jornalistas, blogueiros e celebridades testarem e comentarem sobre ele antes de ser lançado no mercado, como estratégia de marketing para divulgar mais o produto utilizando o conceito de boca a boca, exemplo disso a Apple, que vem conseguindo vender milhões a cada novo lançamento esgotando rapidamente o estoque em suas lojas.
Também há o comportamento das multidões, que cada vez mais é observada por softwares inteligentes que extraem informações dos cliques em links e navegação para conhecer as preferências da maioria das pessoas. O exemplo mais comum é a indexação de resultados de buscas no Google através da medição dos cliques dos usuários.
Mas todas essas mudanças e casos de sucesso explorando a Cauda Longa ainda representam menos de 10% no mercado americano, mal ultrapassando as vendas por catálogo, mesmo os mais entusiastas não esperam que este valor ultrapasse os 20% dos gastos de consumo ainda por algumas décadas. Isso se deve a diversos fatores, como a gratificação instantânea, vantagens tácteis das lojas tradicionais e também muitas vezes gostamos de fazer certas coisas com outras pessoas, sentimos conforto ao participarmos de grupos e compartilhar experiências nos tornam mais próximos.
Os comerciantes que vendem apenas produtos da cabeça curta logo percebem que os clientes querem mais do que lhes está sendo oferecido, por outro lado, quem se concentra apenas na cauda longa acabam sendo classificados como empresa para produtos de má qualidade e não conseguem encontrar seu público. É necessário haver os hits para haver massa crítica, para que em seguida, através de filtros e sugestões de softwares inteligentes, essa massa de consumidores possa encontrar produtos de nichos e explorar a cauda longa.
Na economia atual, criada pelos grandes avanços tecnológicos das últimas décadas, ficou muito clara a influência da cauda longa nos lucros das empresas. Seu crescimento nos últimos anos mostra que é uma tendência sem volta, gerando alguns desafios para as empresas, primeiro que elas disponibilizem tudo e segundo, ajudem seus os clientes a encontrar o que precisam nestas prateleiras infinitas.
Os programas de televisão de 1970 eram mais populares do que são hoje, não porque eram melhores, mas porque as pessoas tinham menos alternativas. A cultura de massa dessa época tinha menos a ver com o triunfo dos talentos e mais com o meio de transmissão por broadcast, que levava um programa a milhões de pessoas. Hoje, as pessoas esperam justamente o contrário, um milhão de programas para cada pessoa, exatamente o que a Internet faz tão bem.
À medida que os custos de distribuição baixam diversos produtos que não tinham condições de serem ofertados por ter baixa procura e volume de vendas passam a ter seu lugar no mercado, são os filmes que não chegam aos cinemas, músicas que não tocam nas rádios, equipamentos que não se encontram na Wal-Mart. Agora tudo isso está disponível via Netflix, iTunes, Amazon ou alguma área mais remota desbravada pelo Google, o mercado invisível se torna visível. Ainda existem outros produtos de nicho que são novos, como as bandas de garagem, cineastas amadores, que de repente encontram seu público através de canais no Youtube, blogs e redes sociais, competindo de igual pra igual com os grandes hits.
No mercado tradicional, onde o custo de estoque é alto, há pouco espaço nas prateleiras ou nas ondas broadcast, o único procedimento sensato é enchê-las com os títulos que venderão mais, se essa for a única oferta só se comprará isso. Mas se o espaço for infinito, custo de embalagem e distribuição zero, os hits talvez sejam a maneira errada de encarar os negócios, afinal os não hits são muito mais numerosos e na nova economia, ambos estão igualmente disponíveis.
Analisando informações dos grandes bancos de dados de empresas de comércio online como Amazon, Ecast e Netflix, o autor criou a Regra dos 98%, onde 98% dos produtos geram pelo menos uma venda por trimestre, um valor extremamente alto ao comparar com dados de um comércio tradicional, onde 50% dos 10 mil livros mais vendidos não vendem um exemplar por trimestre. O mesmo se aplica aos 10 mil CDs mais vendidos do Wal-Mart, na verdade, o Wal-Mart nem tem essa variedade de CDs e pra maioria das lojas tradicionais é difícil imaginar um estoque tão alto, mas no mundo digital é diferente.
Ao estudar os dados da Rhapsody, empresa de música online, o autor (Chris) lançou as estatísticas de preferências dos usuários em um gráfico de Vendas por Popularidade, alguns grandes sucessos formavam o topo de vendas que logo despencava num precipício, com as faixas menos populares. Porém, o interessante é que nunca chegava até zero, na 100000ª faixa, as vendas por mês ainda estavam na casa de milhares e a curva continuava descendo, 300 mil, 400 mil faixas, nenhuma loja jamais poderia estocar tanta música e não importa o quanto Chris descia na curva, ainda havia demanda, mesmo bem perto do final da curva, as faixas ainda eram vendias quatro ou cinco vezes por mês, sem chagar a zero.
Em estatística, essas curvas são chamadas de “distribuição de cauda longa”, pois seu prolongamento inferior é muito comprido em relação à cabeça, assim surgiu o conceito da Cauda Longa. Analisando as receitas das vendas das empresas Rhapsody, Netflix e Amazon, onde o volume de vendas totais dos produtos não disponíveis em lojas de varejo off-line corresponde a 40%, 21% e 25%, respectivamente, chega-se a conclusão de que à medida que essas empresas ofereciam mais (simplesmente porque podiam), elas constatavam que a demanda superava a oferta, as vendas de produtos não oferecidos pelos concorrentes se situavam entre um quinto e quase metade das receitas totais, sendo que essa porcentagem aumenta a cada ano. Em outras palavras, a parte do crescimento mais acelerado de seus negócios é a venda de produtos não disponíveis em lojas de varejo físicas tradicionais.
Os milhões de produtos da cauda longa multiplicados por poucas vendas geram grande parte da receita, podendo superar os milhões de vendas de poucos produtos da cabeça, os hits. Além disso, esse milhões de negócios marginais são um negócio eficiente em relação ao custo, sem precisar pagar pelo espaço de prateleira e no caso de serviços puramente digitais, como a iTunes, nenhum custo de fabricação e quase nenhum custo de distribuição, a venda de um produto de nicho é apenas mais uma venda, com margens iguais ou melhores do que as vendas dos hits.
Com a democratização das ferramentas de produção, como o computador pessoal, a oferta de bens aumenta, o que faz com que a cauda aumente também, se tornando mais longa. A democratização das ferramentas de distribuição, como a Internet, está reduzindo os custos de consumo tornando mais barato alcançar os consumidores, isso está gerando um maior acesso aos nichos que horizontaliza a cauda, fazendo as vendas dos produtos menos populares aumentarem. Também existe uma terceira força que age para empurrar a demanda da cauda para baixo, deslocando os negócios dos hits para os nichos, esta força é a ligação entre oferta e demanda, apresentando os consumidores a esses novos bens, desde a busca da sabedoria das multidões pelo Google até as recomendações de músicas pela iTunes, juntamente com a propaganda boca a boca dos consumidores nas redes. O resultado de tudo isso para os clientes é reduzir os “custos de buscas” para encontrar o conteúdo dos nichos, custo de busca pode ser considerado como o tempo para encontrar algo, confusões, aborrecimentos ou pagar preço excessivo por não encontrar alternativas mais baratas.
Estamos em uma época de mudanças para os profissionais de marketing, a fé na propaganda e nas instituições que pagam por ela está diminuindo aos poucos, enquanto a crença nos indivíduos encontra-se em ascensão. As pessoas confiam em outras pessoas iguais a elas, confiam em seus pares. Para uma geração acostumada a pesquisar por meio de softwares de busca, a marca de uma empresa não é o que a empresa diz que é, mas o que o Google diz que é. Agora a propaganda boca a boca tornou-se pública, desenvolvendo-se em blogs, fóruns e redes, através de resenhas, críticas e elogios de clientes.
Os novos formadores de preferências são as pessoas cujas opiniões são respeitadas, como as celebridades, e à medida que nossa cultura se fragmenta em milhões de micro culturas, estamos presenciando a ascensão de milhões de micro celebridades, um blog sobre tecnologia com grande quantidade de acessos pode esvaziar rapidamente os estoques das lojas ao escrever bem sobre determinado produto, sendo que algumas empresas liberam seus produtos para estes jornalistas, blogueiros e celebridades testarem e comentarem sobre ele antes de ser lançado no mercado, como estratégia de marketing para divulgar mais o produto utilizando o conceito de boca a boca, exemplo disso a Apple, que vem conseguindo vender milhões a cada novo lançamento esgotando rapidamente o estoque em suas lojas.
Também há o comportamento das multidões, que cada vez mais é observada por softwares inteligentes que extraem informações dos cliques em links e navegação para conhecer as preferências da maioria das pessoas. O exemplo mais comum é a indexação de resultados de buscas no Google através da medição dos cliques dos usuários.
Mas todas essas mudanças e casos de sucesso explorando a Cauda Longa ainda representam menos de 10% no mercado americano, mal ultrapassando as vendas por catálogo, mesmo os mais entusiastas não esperam que este valor ultrapasse os 20% dos gastos de consumo ainda por algumas décadas. Isso se deve a diversos fatores, como a gratificação instantânea, vantagens tácteis das lojas tradicionais e também muitas vezes gostamos de fazer certas coisas com outras pessoas, sentimos conforto ao participarmos de grupos e compartilhar experiências nos tornam mais próximos.
Os comerciantes que vendem apenas produtos da cabeça curta logo percebem que os clientes querem mais do que lhes está sendo oferecido, por outro lado, quem se concentra apenas na cauda longa acabam sendo classificados como empresa para produtos de má qualidade e não conseguem encontrar seu público. É necessário haver os hits para haver massa crítica, para que em seguida, através de filtros e sugestões de softwares inteligentes, essa massa de consumidores possa encontrar produtos de nichos e explorar a cauda longa.
Na economia atual, criada pelos grandes avanços tecnológicos das últimas décadas, ficou muito clara a influência da cauda longa nos lucros das empresas. Seu crescimento nos últimos anos mostra que é uma tendência sem volta, gerando alguns desafios para as empresas, primeiro que elas disponibilizem tudo e segundo, ajudem seus os clientes a encontrar o que precisam nestas prateleiras infinitas.
Barry Schwartz sobre o paradoxo da escolha [TED]
Sempre me surpreendo com o alto nível destas conversas, sempre me da vontade de compartilhar.
Videos CTG Tropeiros do Buricá!
Olá pessoal!
Mês de Setembro sempre bem agitado no CTG, to saindo agora pra ensaiar, resolvi postar link para alguns videos das nossas apresentações, ainda não tem nenhum de Malambo nem de Chula mas quem sabe daqui alguns dias alguém filme a gente :D
Mais...
http://www.youtube.com/watch?v=9IKuTdm-twk
http://www.youtube.com/watch?v=lAz8Nh-oZYA
http://www.youtube.com/watch?v=gkSD_FstTC8
http://www.youtube.com/watch?v=Hx5v2rKeIko
Quem quiser nos assistir, vamos apresentar segunda-feira na Argentina, Festa dos Amigos em Oberá, dia 12 no CTG Tropeiros, almoço galeto massa e muitas sobremesas, também no dia 19, 1 tonelada de carne, costelão show de bola!
Abraços e tchau que estou atrasado!
Mês de Setembro sempre bem agitado no CTG, to saindo agora pra ensaiar, resolvi postar link para alguns videos das nossas apresentações, ainda não tem nenhum de Malambo nem de Chula mas quem sabe daqui alguns dias alguém filme a gente :D
Mais...
http://www.youtube.com/watch?v=9IKuTdm-twk
http://www.youtube.com/watch?v=lAz8Nh-oZYA
http://www.youtube.com/watch?v=gkSD_FstTC8
http://www.youtube.com/watch?v=Hx5v2rKeIko
Quem quiser nos assistir, vamos apresentar segunda-feira na Argentina, Festa dos Amigos em Oberá, dia 12 no CTG Tropeiros, almoço galeto massa e muitas sobremesas, também no dia 19, 1 tonelada de carne, costelão show de bola!
Abraços e tchau que estou atrasado!
Diferenças no Pensamento entre Ricos, Classe Média e Pobres
Olá a todos!!
Comecei a ler esta semana o livro "Independência Financeira. O Guia do Pai Rico", e achei logo no início uma coisa muito interessante, a diferença no pensamento entre ricos e pobres, acho que vale a pena compartilhar aqui para refletirmos e começarmos a pensarmos como ricos, ou não.
P/CM – Diz: “Nunca vou ficar rico”.
R – Diz: “Sou um homem rico”. E mesmo se estiver quebrado, pois diz: ‘Há uma diferença entre ser pobre e estar quebrado. Estar quebrado é algo temporário; ser pobre é eterno”.
P/CM – Não ligo para dinheiro, ou O dinheiro não é importante.
R – O dinheiro é poder.
P/CM – Trabalha por dinheiro.
R – O dinheiro trabalha para mim.
P/CM – Adquirem obrigações pensando que são ativos.
R – Adquirem ativos.
P/CM – Compram primeiro artigos de luxo (casas grandes, carros maiores, diamantes, peles, jóias ou barcos).
R – Compram os artigos de luxo por último.
P/CM – O amor ao dinheiro é a raiz de todo mal.
R – A falta de dinheiro é a raiz de todo mal.
P/CM – Não dá para comprar isso.
R – O que posso fazer para comprar isso?
R – Meu cérebro fica mais forte a cada dia porque eu o exercito. Quanto mais forte fica, mais dinheiro ganho.
P/CM – Tem o hábito de colocar o cérebro para dormir quando o assunto é dinheiro. Evita o assunto.
R – Tem o costume de exercitar seu cérebro quando o assunto é dinheiro.
P/CM – Que os ricos deviam pagar mais impostos para atender os menos afortunados.
R –Que os impostos punem os que produzem e recompensam os que não produzem.
P/CM – Estude arduamente, forme-se, para poder arrumar emprego numa boa empresa.
R – Estude arduamente, forme-se, para ficar rico, para entender como funciona o dinheiro e para aprender a faze-lo trabalhar para você, para ser independente financeiramente.
P/CM – Não sou rico porque tenho filhos.
R – Tenho que ser rico por causa de vocês, meus filhos.
P/CM – Proíbe que se fale de negócios durante as refeições.
R – Inventiva as conversas sobre dinheiro e negócios na hora do jantar.
P/CM – Em questões de dinheiro seja cuidadoso, não se arrisque.
R – Aprenda a administrar o risco. Conhecendo a operação, o risco diminui.
P/CM – Nossa casa é nosso maior investimento e nosso maior patrimônio.
R – Minha casa é uma dívida e se sua casa for seu maior investimento, você terá problemas.
P/CM – Paga suas contas no prazo, em primeiro lugar.
R - Paga suas contas no prazo, deixando para a última hora. Primeiro paga a si mesmo.
P/CM – Acredita que a empresa ou o governo deveria cuidar de você e de suas necessidades.
R – Acredita na auto-suficiência financeira, se manifestando contra a mentalidade ‘dos direitos’ e fala que isso cria pessoas fracas e financeiramente necessitadas.
P/CM – Luta para poupar uns poucos reais.
R – Cria investimentos.
P/CM – Ensina a escrever um currículo impressionante para encontrar um bom emprego.
R – Ensina a fazer sólidos planos financeiros e de negócios de modo que possa criar empregos.
Comecei a ler esta semana o livro "Independência Financeira. O Guia do Pai Rico", e achei logo no início uma coisa muito interessante, a diferença no pensamento entre ricos e pobres, acho que vale a pena compartilhar aqui para refletirmos e começarmos a pensarmos como ricos, ou não.
P/CM – Diz: “Nunca vou ficar rico”.
R – Diz: “Sou um homem rico”. E mesmo se estiver quebrado, pois diz: ‘Há uma diferença entre ser pobre e estar quebrado. Estar quebrado é algo temporário; ser pobre é eterno”.
P/CM – Não ligo para dinheiro, ou O dinheiro não é importante.
R – O dinheiro é poder.
P/CM – Trabalha por dinheiro.
R – O dinheiro trabalha para mim.
P/CM – Adquirem obrigações pensando que são ativos.
R – Adquirem ativos.
P/CM – Compram primeiro artigos de luxo (casas grandes, carros maiores, diamantes, peles, jóias ou barcos).
R – Compram os artigos de luxo por último.
P/CM – O amor ao dinheiro é a raiz de todo mal.
R – A falta de dinheiro é a raiz de todo mal.
P/CM – Não dá para comprar isso.
R – O que posso fazer para comprar isso?
R – Meu cérebro fica mais forte a cada dia porque eu o exercito. Quanto mais forte fica, mais dinheiro ganho.
P/CM – Tem o hábito de colocar o cérebro para dormir quando o assunto é dinheiro. Evita o assunto.
R – Tem o costume de exercitar seu cérebro quando o assunto é dinheiro.
P/CM – Que os ricos deviam pagar mais impostos para atender os menos afortunados.
R –Que os impostos punem os que produzem e recompensam os que não produzem.
P/CM – Estude arduamente, forme-se, para poder arrumar emprego numa boa empresa.
R – Estude arduamente, forme-se, para ficar rico, para entender como funciona o dinheiro e para aprender a faze-lo trabalhar para você, para ser independente financeiramente.
P/CM – Não sou rico porque tenho filhos.
R – Tenho que ser rico por causa de vocês, meus filhos.
P/CM – Proíbe que se fale de negócios durante as refeições.
R – Inventiva as conversas sobre dinheiro e negócios na hora do jantar.
P/CM – Em questões de dinheiro seja cuidadoso, não se arrisque.
R – Aprenda a administrar o risco. Conhecendo a operação, o risco diminui.
P/CM – Nossa casa é nosso maior investimento e nosso maior patrimônio.
R – Minha casa é uma dívida e se sua casa for seu maior investimento, você terá problemas.
P/CM – Paga suas contas no prazo, em primeiro lugar.
R - Paga suas contas no prazo, deixando para a última hora. Primeiro paga a si mesmo.
P/CM – Acredita que a empresa ou o governo deveria cuidar de você e de suas necessidades.
R – Acredita na auto-suficiência financeira, se manifestando contra a mentalidade ‘dos direitos’ e fala que isso cria pessoas fracas e financeiramente necessitadas.
P/CM – Luta para poupar uns poucos reais.
R – Cria investimentos.
P/CM – Ensina a escrever um currículo impressionante para encontrar um bom emprego.
R – Ensina a fazer sólidos planos financeiros e de negócios de modo que possa criar empregos.
FORD - O Homem e a Máquina
Assisti este filme nas aulas de TGA (Teoria Geral da Administração) e achei muito interessante, ele mostra a evolução dos carros, demonstrando paralelamente a evolução dos métodos administrativos das empresas no início do século passado.
Um dos pontos fortes do filme é a criação das linhas de montagens móveis por Henry Ford, diminuindo o tempo para montagem dos carros e possibilitando a diminuição dos custos no processo de fabricação. Junto a isso, Ford percebeu que com a linha de montagem seus funcionários estavam chegando a níveis de stress muito altos, então teve mais uma grande idéia, diminuiu a carga horária dos seus funcionários e dobrou os seus salários, com os preços dos carros diminuindo graças as melhorias no processo de fabricação e seus funcionários com mais dinheiro e tempo para gastar, Ford criou uma nova classe de consumidores e aumentou ainda mais os seus lucros.
O filme também apresenta paralelamente fatos marcantes da história como o grande preconceito nos EUA, a crise de 29 e a quebra da bolsa de Nova York com a falência de vários bancos e muitos problemas de desemprego nas cidades, também aparece alguns movimentos como o comunismo, Hitler, o ataque a Pearl Harbor e as guerras mundiais.
Também é possível ver no filme as grandes mudanças culturais surgidas com a criação dos carros, estradas, desenvolvimento das cidades e indústrias, a total autoritariedade e racionalidade dos empresários durante todo o período da escola clássica de administração, a alienação dos funcionários com a super especialização das atividades nas linhas de montagens, a centralização do poder e falta de aspectos emocionais.
Em resumo, é um filme muito bom para quem quiser conhecer mais sobre história, administração e empresa dos Ford. Até.
Um dos pontos fortes do filme é a criação das linhas de montagens móveis por Henry Ford, diminuindo o tempo para montagem dos carros e possibilitando a diminuição dos custos no processo de fabricação. Junto a isso, Ford percebeu que com a linha de montagem seus funcionários estavam chegando a níveis de stress muito altos, então teve mais uma grande idéia, diminuiu a carga horária dos seus funcionários e dobrou os seus salários, com os preços dos carros diminuindo graças as melhorias no processo de fabricação e seus funcionários com mais dinheiro e tempo para gastar, Ford criou uma nova classe de consumidores e aumentou ainda mais os seus lucros.
O filme também apresenta paralelamente fatos marcantes da história como o grande preconceito nos EUA, a crise de 29 e a quebra da bolsa de Nova York com a falência de vários bancos e muitos problemas de desemprego nas cidades, também aparece alguns movimentos como o comunismo, Hitler, o ataque a Pearl Harbor e as guerras mundiais.
Também é possível ver no filme as grandes mudanças culturais surgidas com a criação dos carros, estradas, desenvolvimento das cidades e indústrias, a total autoritariedade e racionalidade dos empresários durante todo o período da escola clássica de administração, a alienação dos funcionários com a super especialização das atividades nas linhas de montagens, a centralização do poder e falta de aspectos emocionais.
Em resumo, é um filme muito bom para quem quiser conhecer mais sobre história, administração e empresa dos Ford. Até.
Os 3 últimos desejos de ALEXANDRE O GRANDE
1, Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2, Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistado como prata , ouro, e pedras preciosas ;
3, Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE quais as razões desses pedidos e ele explicou:
1, Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2, Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3, Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.
Pense nisso....
Recebi da Loira.
2, Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistado como prata , ouro, e pedras preciosas ;
3, Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE quais as razões desses pedidos e ele explicou:
1, Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2, Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3, Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.
Pense nisso....
Recebi da Loira.
História do Linux em Imagens
Depois de encontrar a imagem com a evolução dos produtos da Apple me lembrei de um e-mail que recebi a um certo tempo do meu amigo Helton com algumas imagens que mostram a evolução das distribuições Unix/Linux, vale a pena ver.



No e-mail também tinha outra imagem sobre a Guerra dos Browsers... Interessante.

Valeu Helton.



No e-mail também tinha outra imagem sobre a Guerra dos Browsers... Interessante.

Valeu Helton.
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